segunda-feira, outubro 30, 2006

Era Uma vez...


Era uma vez uma menina que, ao virar mulher, descobriu que casar era tudo o que a família esperava dela.
É claro que seus pais ficavam felizes com suas boas notas na escola e com a carreira que ela havia escolhido, mas o que eles mais queriam saber, juntamente com os avós e as tias, é se ela havia conhecido alguém interessante na festa da noite anterior, e se este alguém viria a se tornar um namorado.

A moça tinha sonhos de viajar, conhecer outros lugares.
A moça tinha vontade de dar mais intensidade à sua vida, e os familiares diziam que ela daria, assim que tivesse filhos.

A moça pensou em seguir carreira política, depois pensou em ser voluntária num país africano, depois cogitou em fazer um curso de paraquedismo, mas sempre era desencorajada: "em namorar, que é bom, essa garota não pensa".
Pensava sim, e namorou o Mateus, o Luis, o Ruy e o Vinicius.
"Quando é que você vai escolher um pra vida inteira?"
Ela respondia que não acreditava em contos de fada nem em final feliz, e a família dizia que ela iria mudar de idéia quando se apaixonasse. Ela não se apaixonou, mas conheceu um cara legal, que pensava parecido com ela, e os dois namoraram e depois, sob aplausos da platéia, casaram. Tiveram dois filhos.
Ela tinha um emprego, ele tinha um emprego. Eram populares e felizes.
Passaram-se os anos e eles seguiam populares e felizes. Outros tantos anos e eles eram o que os outros haviam se acostumado a pensar deles: populares e felizes, mas eles mesmos já não sabiam direito o que eram.
A moça passava os dias cada vez mais anestesiada pela rotina, até que um belo dia ela comeu uma maçã e foi pra cama dormir. Não acordou mais. Quer dizer, ela levantava, tomava banho e saía para o trabalho, mas parecia morta. As pessoas não a notavam. Ela tampouco percebia os outros.
E assim caminhavam todos para o final desta história quando surgiu um homem não se sabe de onde e reparou que ela parecia morta, mas não estava. Achou-a linda e deu-lhe um beijo.
Ela acordou e sua vida começou a ser contada sob um novo ponto de vista.

O cotidiano imutável nos envenena.


Sem mais comentários né? Vc deve ter entendido... OU não!!




terça-feira, outubro 24, 2006

Saudade!!






NÃO QUERIA. Como assim Juliana?
Não queria que esses dias tivessem acabado. Não queria meeeeesmo.
Me acostumar a rotina depois de 2 semanas no meio do Caos e narquia não ta sendo nada fácil.Haha.
Detalhes a parte, mas em São Paulo e Porterinha passei dias perfeitos.
Não posso deixar de comentar do Port FOLIA. Êeee Micareta que deixou saudades.
(Pegaçãoooooo, Não ta agüentando o batido da lata não? Ahahah).
Tenho certeza que lá fiz amigos pra vida inteira... Muitas saudades já!

Continuando... Carnalfenas dispensa comentários não é mesmo? Não é mais novidade pra ninguém minha fascinação por essa micareta.
To sem voz, sem sensibilidade nas pernas e pés, porem com o coração apertado pq acabou.


Ver “A zorra” tocando até as 9....
Ver Tuca no meio do povo... Cantando U2, as 8 da manha...
E milhares de outras historias... NÃO TEM PREÇO meesmo!
Atrás do trio elétrico parece que o mundo gira em um ritmo bem diferente.


Agora é voltar a rotina. E agüentar a saudade desses dias perfeitos durante um bom tempo.

Passa a vida e passam as pessoas que passam por ela.
"Finais são tristes”. Não importa a forma que aconteçam.

Entαo vαi, fαzer o que te fαz feliz
Beijos
;*

sexta-feira, outubro 06, 2006

Tô viva Haha.

Tenho deixado esse blog as " traças" eu sei, mas as provas tavam ocupando todo o meu tempo.
Juro que tavam.

To indo pra São Paulo na segunda feira e provalmente fico até domingo.
Tem Port Folia dia 12 e na quinta já começa o Carnalfenas. Conclusão de tudo isso?
O blog novamente vai ficar abandonado :(
O exagero emocional ando dominando o meu céu, anciedade imensa pelos dias que vão vir...

Se cuidem.
Beijos
:*

12 dias....